Escritório de contabilidade em Curitiba, do jeito que costuma chegar para a gente: oito, dez, doze pessoas. Dois sócios com CRC, alguns analistas, assistentes e um ou dois estagiários de ciências contábeis.

Quem trabalha com folha de pagamento já sabe que plano de saúde é benefício que segura gente boa. A dúvida é quanto vai custar e quem pode entrar. A gente começa pela pergunta de sempre: quantas pessoas são e qual a idade de cada uma?

Quem pode entrar

No plano empresarial, a regra da ANS permite incluir sócios, funcionários registrados, estagiários e a família de cada um. Quem a operadora aceita no seu contrato a gente confirma na proposta. Não precisa incluir todo mundo, mas incluir de uma vez, na assinatura, evita carência para quem entraria depois em contratos de 30 pessoas ou mais.

Se o escritório tem um sócio só e alguns funcionários, funciona igual. Se é um contador sozinho com MEI, veja plano MEI em Curitiba.

Como a idade da equipe muda o valor

O preço é por pessoa, pela faixa de idade da ANS. São dez faixas, da primeira até 18 anos à última a partir de 59. Escritório com equipe jovem e sócios na casa dos 40 tende a ter média mais baixa que um escritório onde os sócios já passaram dos 50. Mesmo número de pessoas, conta diferente.

Na proposta vem o valor de cada pessoa e o total. Dá para lançar direto na planilha de custos do escritório.

Quem paga o quê

A empresa escolhe se paga o plano inteiro ou se divide com o funcionário. O desconto em folha precisa estar combinado com cada um. A parte tributária, se a despesa é dedutível no regime do escritório, é com vocês, que entendem disso melhor que a gente. A operadora cobra pela faixa de idade, não pelo regime tributário.

Carência: o que a lei permite

A lei dos planos de saúde põe um teto na carência: 24 horas para urgência e emergência, até 180 dias para o resto e até 300 dias para parto. O contrato da operadora pode ter prazo menor que isso, nunca maior. A gente confirma o prazo de cada item na proposta, por escrito.

Tem uma regra que pouca gente conhece. No plano empresarial com 30 pessoas ou mais, quem entra nos primeiros 30 dias do contrato, ou nos 30 dias depois de ser contratado, não cumpre carência. Abaixo de 30 pessoas, a carência pode ser cobrada. Por isso vale incluir todo mundo de uma vez, na assinatura, e não aos poucos. Mais detalhes em carência em Curitiba.

Reajuste

Em contrato com menos de 30 pessoas, a operadora junta todos os contratos pequenos e aplica um percentual único de reajuste por ano, como manda a ANS. Isso protege o escritório pequeno de um aumento fora da curva por causa de um caso só. Quem muda de faixa de idade também tem o ajuste da faixa no mês do aniversário.

Como pedir a cotação

O atendimento é por WhatsApp e telefone, de segunda a sexta, das 8h às 18h. Manda três coisas: quantas pessoas vão entrar, a idade de cada uma e se a empresa tem CNPJ ativo. Com isso a gente monta a proposta com o valor de cada pessoa e o total do mês. Os preços de Curitiba são informados depois da cotação com o corretor.

Pedir cotação Falar no WhatsApp

Perguntas frequentes

Não. O valor depende da idade de cada pessoa, pelas faixas da ANS. O bairro do escritório não entra na conta.

Os preços de Curitiba são informados depois da cotação. Manda no WhatsApp quantas pessoas são e a idade de cada uma que a gente devolve o valor por pessoa e o total.

A regra da ANS permite incluir estagiários no plano empresarial. Se a operadora aceita no seu contrato, a gente confirma na proposta.

Não. A operadora cobra pela faixa de idade de cada pessoa. Simples Nacional ou lucro presumido não mudam a mensalidade.

Em contrato com menos de 30 pessoas, a ANS manda juntar os contratos pequenos e aplicar o mesmo percentual para todos. Um caso isolado não define o seu reajuste sozinho.

As regras de carência, faixa etária e reajuste citadas aqui são as da lei e da ANS. Valores, rede e prazos do seu contrato saem na proposta da operadora.